1º LIRAa aponta que 5,2% das casas em Uberlândia têm focos do mosquito

O primeiro Levantamento de Índice Rápido do Aedes aegytpi (LIRAa) de 2019, em Uberlândia, divulgado nesta semana, mostra que 5,2% das casas pesquisadas têm focos de reprodução do mosquito transmissor da dengue, zika vírus, chikungunya e febre amarela.

Embora o indicador seja inferior ao verificado no início da ano passado (6%), a situação reafirma o alerta vermelho para o risco de epidemia de doenças e para isso, a população deve contribuir, fazendo o descarte correto de lixo e em não manter objetos acumulando água em casa e no trabalho.

Ações estratégicas

As altas temperaturas e as chuvas intensas de fim de tarde, características do verão, proporcionam o ambiente perfeito para a proliferação do mosquito. Do início do ano até o dia 11 de fevereiro deste ano, Uberlândia registrou quase dois mil casos de notificações de dengue, com uma maior concentração na região oeste, especialmente nos bairros Guarani, Tocantins, Luizote de Freitas, Taiamam e Jardim Patrícia.

A aplicação do adulticida com equipamento acoplado em veículo – conhecido como fumacê – tem o objetivo de combater o mosquitoAedes Aegypti já em fase adulta. A ação está sendo realizada, diariamente, das 4h às 10h e das 16h às 22h para maior eficácia (saiba mais aqui).

FOTO: Araípedes/Secom-PMU

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Uberlândia tem surto de dengue e passa a usar o fumacê

Uberlândia está com 1,3 mil casos notificados de dengue, o que é considerado um surto. Para intensificar o combate ao mosquito Aedes aegypti, começou na última quarta-feira, 6 de fevereiro, a ação fumacê. O trabalho teve início no bairro Tocantins, com sequência no Guarani nesta sexta-feira (8).  O veículo ainda percorrerá os bairros Taiamam, Luizote de Freitas e Jardim Patrícia.

“Nós registramos um grande aumento do número de notificações de casos suspeitos de dengue. E, juntos, esses cinco bairros somam cerca de 50% dos casos notificados em Uberlândia. Por isso estamos entrando com essa ação mais ostensiva nessas localidades”, explica o coordenador do Programa de Controle da Dengue, José Humberto Arruda.

O “fumacê” é realizado sempre das 4h às 10h e das 16h às 22h para maior eficácia. Isso porque esses são os períodos de inversão térmica, que é quando os mosquitos permanecem sobrevoando. Segundo o coordenador, o adulticida deve ser aplicado em quatro ciclos em cada localidade, respeitando o intervalo de quatro a sete dias entre as aplicações, conforme o protocolo do Ministério da Saúde. Com isso, a previsão é de que essa ação seja finalizada nos cinco bairros até o final de março.

Outras ações

 Além do bloqueio, os agentes do Centro de Controle de Zoonose estão diariamente nas ruas no trabalho de eliminação de focos. Para isso, os servidores visitam os imóveis verificando possíveis criadouros e orientando a população sobre os cuidados necessários para não permitir a proliferação do mosquito da dengue. Os imóveis fechados para venda ou aluguel também são visitados pelos agentes por meio de uma parceria entre o Município e as imobiliárias. 

FOTO: Araípedez Luz/Secom-PMU

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Viagens de fim de ano exigem cuidados especiais com a saúde

Quem vai aproveitar o fim do ano para viajar com a família ou amigos deve ficar atento. Para que o feriado prolongado seja tranquilo e com boas recordações, são necessários cuidados básicos e simples com a saúde.

Como dezembro é um dos meses mais quentes, intercalado com chuvas intensas, o ambiente é propício o aparecimento de focos do Aedes Aegypti, principal transmissor da dengue, zika vírus e febres chikungunya e amarela. Por isso, o ideal é não descuidar e seguir todas as medidas de prevenção, conforme reforçou o coordenador do Programa de Controle da Dengue, José Humberto Arruda.

“Se viajar para uma área de risco, recomenda-se o uso do repelente e estar com a vacina da febre amarela em dia, já que o Aedes também transmite essa doença. Se o imóvel for ficar vazio, as recomendações que os agentes dão o ano inteiro precisam ser seguidas para evitar que algum objeto acumule água parada e vire um criadouro para o mosquito”, disse Arruda.

Ainda segundo o coordenador, em casos de dúvidas sobre as medidas de prevenção, o morador pode entrar em contato com o CCZ pelo telefone: (34) 3213-1470.

Dicas para aproveitar a viagem com saúde: 

Programação
 

– Prepare o roteiro: É importante fazer uma pesquisa detalhada para saber se a cidade que pretende visitar está infestada pelo vírus.

 

 

– Seja criterioso ao escolher os passeios. O ideal é manter distância dos locais habituais de reprodução do mosquito.

 

Antes de viajar
 

– Deixe alguém responsável pelas plantas, bebedouros de animais e vasos sanitários. É necessário acionar a descarga e as torneiras para a circulação de água.

 

– Retire do quintal outros possíveis criadouros que podem acumular água.

 

– Se tem piscina em casa, tampe-a com uma lona e ligue para o CCZ (34-3213-1470). A equipe aplicará o larvicida necessário para afastar os mosquitos durante o tempo que você estiver fora.

 

– Se a viagem for muito longa, acione o Centro de Controle de Zoonoses (CCZ). Agentes do Programa de Controle da  Dengue farão um tratamento antes do imóvel ser fechado. O combate tem 40 dias de cobertura. E quando retornar da viagem, informe à equipe, que irá ao local para reforçar o tratamento.

 

Durante a viagem
 

– Não se esqueça de aplicar regularmente repelente no rosto, mãos, pescoço, orelhas, pés, tornozelos, nuca e joelhos, particularmente no entardecer. Este é um dos melhores métodos para afastar os mosquitos.

 

– Use blusas com mangas longas e calças compridas.

– Permaneça em locais com ar condicionado e/ou redes protetoras nas portas e janelas.

– Durma debaixo de redes mosquiteiras.

Atenção
– Caso tenha qualquer sintoma como gripe intensa, febre alta, dores de cabeça, dores no fundo dos olhos, musculares e articulares, náuseas, vômitos ou manchas na pele, se hidrate e procure ajuda médica imediatamente.

 

FOTO: Araípedez Luz/Secom-PMU

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1º LIRAa aponta índice de 6,7% de infestação do mosquito em Uberlândia

O primeiro Levantamento Rápido do Índice de Infestação do Aedes Aegypti (LIRAa) apontou 6,7% de infestação do mosquito em Uberlândia, o que é considerado risco de surto, já que a Organização Mundial de Saúde preconiza um índice inferior a 1%. Para a pesquisa, o agentes do Centro de Controle de Zoonoses (CCZ) visitaram todos os bairros da cidade entre os dias 8 e 12 de janeiro,  num total de 12.932 imóveis vistoriados. A maior incidência dos focos estava nos domicílios, representando 81%. Dos criadouros encontrados nas residências, 96% estavam nos quintais.

A pesquisa também apontou quais são os principais criadouros do transmissor da dengue, chikungunya, zika vírus e febre amarela. Desta vez, o destaque fica por conta dos pneus, com predominância de 8%, seguido dos pratos de plantas (6,6%), das vasilhas plásticas (6,6%), lonas (5,8%) e dos baldes (5,6%).

Em relação aos locais, os bairros Patrimônio, São José, Jardim Célia e Fundinho apresentaram maiores índices de criadouros do mosquito. Nestes locais, os agentes do CCZ já iniciaram as ações a fim diminuir os criadouros, como a retirada de materiais que acumulam água, tratamento com larvicida e orientação à comunidade.

Segundo o coordenador do Programa do Controle da Dengue, José Humberto Arruda, o combate ao mosquito não pode parar e, por isso, precisa do envolvimento de toda a comunidade. “Precisamos nos mobilizar, para que cada um faça a sua parte. É hora de unir forças e redobrar a atenção em tudo que possa acumular água parada. Evitar proliferação do mosquito depende de cada um de nós”, reforçou.

 

1ª pesquisa do LIRAa 2018
Criadouros encontrados em domicílios Quintal – 96%

Intradomiciliar – 4%

Depósitos predominantes
(5 maiores):

 

Pneus – 8,0%

Prato de planta – 6,6%

Vasilha Plástica – 6,6%

Lonas – 5,8%

Baldes – 5,6%

Localização Domicílios – 81%

Terrenos baldios – 7%

Comércios – 6%

Outros tipos imóveis – 6%

FOTO: Araípedez Luz/Secom-PMU 

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Dermatologista orienta sobre uso de repelentes

O mosquito Aedes Aegypti é o alvo da vez e milhares de brasileiros se mobilizam para evitar doenças como dengue, a febre chikungunya e o zika vírus. Uma das medidas que vem sendo utilizada com frequência, principalmente pelas pacientes grávidas, é o uso de repelentes. Porém, ainda existem muitas dúvidas relacionadas ao produto. Será que os repelentes são seguros? Eles não precisam de cautela? Quais e como devem ser usados?

De acordo com a dermatologista Juliana Gumieiro, os repelentes podem ser usados tanto por crianças quanto por adultos. “Existem repelentes específicos para crianças, com fórmulas menos concentradas. Para a casa é indicado o uso de repelentes de tomada, mas com o cuidado necessário. As crianças devem ficar pelo menos dois metros de distância do produto. As grávidas podem usar tanto os de tomadas, quanto os repelentes em spray, dando preferência para os que são a base de icaridina”, explica a especialista.

Sobre a aplicação, a médica orienta que deve ser feita após o uso de todos os produtos de pele como: maquiagem, protetor solar e cremes, pois o cheiro do repelente é que afasta o inseto. “É recomendada a aplicação logo cedo com uma boa cobertura da pele, inclusive por cima da roupa, porque o cheiro que o produto exala é que faz com que o mosquito não chegue perto”, diz Juliana Gumieiro.

Ainda de acordo com a dermatologista é indicado evitar o uso de produtos caseiros, pois não há comprovação que eles realmente funcionam.  “Compre produtos que foram registrados, testados e que tenham eficiência comprovada. Cuidado com o que anunciam na internet, pois a maioria tem procedência duvidosa”, conclui.

FOTO: Divulgação

 

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Férias exigem cuidados redobrados no combate à dengue

Nesses meses de festas e férias, muitos aproveitam para viajar. É nesta época que as medidas de combate ao Aedes aegypti devem ser reforçadas, já que é um período marcado por chuvas em vários estados do país e as casas costumam ficar fechadas, impedindo a visita dos agentes de controle de zoonoses. O ideal é que antes de saírem de suas casas, os viajantes façam uma vistoria para eliminar os recipientes que possam acumular água e servir de criadouro do mosquito.

Neste ano, o envolvimento da população no combate ao mosquito terá que ser maior, pois as pesquisas mostram que a maioria dos criadouros estão nos domicílios, sejam em pratos de plantas ou em outros recipientes que acumulam água e ficam jogados no quintal, vasilhas de águas dos animais e reservatório das geladeiras, por exemplo. Além disso, o mosquito que transmite a dengue, também é responsável pela febre chikungunya e o zika.

O ciclo de reprodução do mosquito do ovo à forma adulta por levar de cinco a dez dias. Por isso, mesmo que a viagem seja curta, é preciso ficar atento. Os ovos do mosquito podem ficar nas laterais internas e externas dos recipientes por até um ano sem água. Se durante este período os ovos entrarem em contato com água, o ciclo evolutivo recomeça e, consequentemente a transmissão. Por isso, as vasilhas devem ser lavadas com bucha e sabão.

FOTO:

 

 

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