Equipe Magrass promove evento de prevenção da obesidade

Neste domingo, 15 de outubro, das 7h às 12h, os profissionais da Magrass estarão no Parque do Sabia aferindo a pressão arterial, índice de massa corporal, percentual de gordura corporal, circunferência Abdominal e prestando informações através de ingerência sobre quadro de saúde.
Também serão dadas dicas nutricionais importantes de como prevenir a obesidade, cuidar da sua saúde e elevar a autoestima.

O evento acontece em comemoração ao Dia Nacional da Prevenção a Obesidade, comemorado em 11 de outubro e tem como foco a prevenção da Obesidade e um país mais saudável. Tudo isso porque a equipe da Magrass se preocupa muito com a saúde da população e abraçou a causa.

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O problema da obesidade

O Brasil registrou nos últimos anos um aumento nos índices de obesidade e sobrepeso, condições que já atingem mais da metade da população! Um dos motores do aumento deste sobrepeso é cultural. Hoje, segundo recente relatório da OMS (Organização Mundial da Saúde) mais da metade da população brasileira está com sobrepeso e a obesidade já atinge mais de 20% das pessoas adultas.

Segundo o relatório, o sobrepeso em brasileiros adultos em 2010 era de 51,1% e passou em 2014 para 54,1%. Com a obesidade também se elevam os índices de doenças como diabetes, hipertensão e cardiovasculares, potencializando a obesidade como uma importante doença a ser combatida!

FOTO: Divulgação

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Projeto de pesquisa da UFU busca voluntárias

A Faculdade de Educação Física da Universidade Federal de Uberlândia (UFU) está desenvolvendo um projeto de pesquisa e precisa de 60 mulheres voluntárias, que estejam na pós-menopausa, com obesidade e em idades de 45 a 54 anos para participarem. A previsão é que as atividades tenham início em março.

O projeto tem duração de 12 semanas e contará com dois grupos. Em um
deles, as voluntárias praticarão exercícios aeróbicos e circuito
funcional. Durante todo o processo, suas frequências cardíacas serão
acompanhadas e haverá medições de quantidade de gordura em seus
organismos. O outro grupo terá os mesmos acompanhamentos, mas a prática de exercícios físicos acontecerá após o período de 12 semanas.

O acompanhamento será feito três vezes por semana, durante os três meses,
no período da tarde, no campus Educação Física (Educa) da UFU. As
interessadas devem ligar para (34) 3218-2954. A partir desse contato, será
marcada uma avaliação física com os pesquisadores. É possível se
inscrever para ser voluntária até o fim deste mês.

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Obesidade é um dos maiores reflexos da má nutrição global

A má nutrição é um distúrbio que afeta 44% dos países analisados pelo Relatório Global de Nutrição de 2016. Segundo o levantamento, uma em cada três pessoas sofre de má nutrição nos 129 países analisados. Centenas de milhões delas estão mal nutridas porque apresentam sobrepeso, além de ter muito açúcar, sal ou colesterol no sangue.

A má nutrição significa literalmente uma nutrição ruim e manifesta-se de diversas maneiras, como: crescimento e desenvolvimento infantil deficiente; indivíduos que são apenas pele e osso ou que são propensos a infecções; aqueles que sustentam excesso de peso, ou cujo sangue contém açúcar, sal, gordura ou colesterol em demasia e também aqueles com deficiências de vitaminas ou minerais importantes.

De acordo com o cirurgião bariátrico Luís Augusto Mattar, o Brasil apresenta evidências do diagnóstico apresentado no relatório mundial. “A obesidade e principalmente o sobrepeso vêm crescendo de forma assustadora no Brasil. Hoje, 60% da população acima de 18 anos estão acima do peso ideal. Em 2006, esse índice era de 43%”, explica.

Cerca de 82 milhões de pessoas apresentaram o Índice de Massa Corpórea (IMC) igual ou maior do que 25 (sobrepeso ou obesidade). Isso indica uma prevalência maior de excesso de peso no sexo feminino (58,2 %), que no sexo masculino (55,6%). “Os dados já eram preocupantes e agora com esse diagnóstico global, só reforçamos a urgência de se pensar em políticas públicas adequadas à prevenção e tratamento do sobrepeso e obesidade”, reforça o especialista.

O relatório aponta que enquanto as metas para reduzir o crescimento atrofiado e o número de crianças abaixo do peso são frequentes no mundo, muitos poucos países estão registrando avanços em enfrentar a obesidade. Segundo o levantamento, o número de crianças abaixo de cinco anos com sobrepeso está se aproximando do de crianças abaixo do peso. E apesar de ter havido algum progresso nos últimos anos, o planeta não está em vias de alcançar essas metas. A comunidade internacional não conseguirá acabar com a má nutrição até 2030 se não atuar mais energicamente, segundo os autores do estudo financiado por entidades públicas e organizações filantrópicas em todo o mundo.

Formas de má nutrição

  • Atraso no crescimento: criança com pouca altura em relação à sua idade;
  • Emaciamento infantil: criança com peso baixo em relação à sua altura;
  • Sobrepeso infantil: criança pesada para sua altura;
  • Sobrepeso em adultos: adulto com excesso de gordura corporal e um índice de massa corporal acima de 25;
  • Deficiência de micronutrientes: ferro, vitamina A, zinco, iodo e ácido fólico abaixo dos limites saudáveis;
  • Obesidade em adultos: adulto com excesso de gordura corporal e um índice de massa corporal maior que 30;
  • Doenças não transmissíveis: diabetes, doenças cardíacas e alguns tipos de câncer.

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Lancheira escolar deve conter alimentos nutritivos e saudáveis

As férias escolares estão terminando e a preocupação com o que preparar para colocar na lancheira das crianças já começa. O número de crianças obesas no Brasil é crescente e por isso, escolher alimentos nutritivos costuma ser o objetivo da maior parte das mães, pais e responsáveis ao preparar o lanche do recreio.

“É importante que as crianças se alimentem bem entre as refeições, caso contrário podem apresentar fraqueza ou cansaço. Recomenda-se incluir nos lanches todos os grupos alimentares e evitar alimentos ricos em gordura trans ou com baixo valor nutricional”, explica a nutricionista Melina Aniquini.

Preparado com ingredientes selecionados e encontrado nas principais padarias de todo o Brasil, o Pão Amigo vai ao encontro à busca dos pais e responsáveis pela preparação de alimentos práticos e saudáveis. Porém, seu principal ingrediente é a solidariedade, uma vez que parte do valor das vendas é destinado à AACD (Associação de Assistência à Criança Deficiente).

“É interessante montar lanchinhos com ingredientes saudáveis, como o peito de peru, a ricota e o frango desfiado, podendo ser acrescidos alface, rúcula, tomate, cenoura, entre outros vegetais. O lanche também deve ser acompanhado de uma fruta fresca e higienizada”, acrescenta Melina Aniquini.

Confira os cinco “vilões” que você deve evitar na lancheira dos seus filhos:

Salgados fritos – Esse tipo de alimento não é recomendado para a lancheira, pois além de ter alto teor calórico e gorduroso, deteriora-se facilmente.

Sucos de caixinha – Ao contrário do que alguns mães e pais acreditam, os sucos de caixinha não são uma escolha saudável, pois geralmente contêm grande quantidade de conservantes e açúcar. Em média, cada 200 ml de suco artificial equivale a 2 colheres cheias de açúcar!

Lanches com embutidos – Também devem ser evitados sanduíches com recheios como salsicha, salame e presunto nos lanches da escola, por conterem alto teor de gordura e sódio. O ideal é optar por ingredientes menos gordurosos e com menor valor calórico.

Salgadinhos de saquinho – São produtos geralmente ricos em gorduras saturadas, sódio, açúcar, corantes e conservantes químicos, e pobres em vitaminas e minerais, com nenhum valor nutritivo e muitas calorias “vazias”. Além disso, podem causar problemas de saúde no futuro, como obesidade, colesterol alto, hipertensão.

Bolinhos doces industrializados com recheios artificiais – Também devem ficar de fora da lancheira, pois contêm alto índice de gorduras e ingredientes artificiais. Ou seja, são pouco saudáveis e nada nutritivos. Além disso, comer doce na hora do recreio geralmente não mata tanto a fome como ingerir um alimento salgado.

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Grão de trigo ajuda a prevenir doenças e é o segundo alimento mais consumido no mundo

O trigo é considerado uma das principais bases da alimentação dos povos em todo o planeta. O grão pode ser consumido diariamente, pois contribui para uma boa digestão, para a manutenção da boa forma, ajuda a espantar a insônia e a ansiedade, aumenta a capacidade de concentração e a disposição física, reduz o risco de doenças coronárias, mantêm a flora intestinal saudável e controla os níveis de colesterol.

Patrícia Carolina, nutricionista do Restaurante Bistrô da Praça, explica que “o grão de trigo é um cereal rico em vitaminas do complexo B, minerais, como zinco, e é um grande aliado das nossas defesas. Além disso, é rico em fibras que são bem vindas para combater a prisão de ventre e aumentar a saciedade ajudando no emagrecimento”. O endosperma do grão de trigo possui carboidratos e proteínas e o gérmen contém vitaminas, gorduras poli-insaturada e minerais.

Vale ressaltar que o trigo contribui para a diabetes, pois a riqueza em fibras e o baixo índice glicêmico do cereal auxiliam o retardamento da absorção de glicose. A inserção do trigo na dieta além muito positiva é prática, existem várias formas de trazer este alimento para a nossa mesa, como nas saladas, massas, pães, bolos e outros.

Os grãos integrais não passam pelo processo de refinamento, com isso mantêm todas as propriedades nutricionais e ajudam a prevenir doenças como obesidade, diabetes e problemas intestinais. O processo de refinamento, então, confere maior durabilidade, melhor textura e menor preço aos produtos.

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